S.Kahn, o homem-perverso do F.M.I.
O mundo anda cheio deles, quero dizer: eles passeiam ou passeavam livremente por aí.
Esses tipos não têm cura, são abomináveis homens das trevas. São Sociopatas. O que eles querem é: poder, dinheiro e prazer.
Aqui no Brasil, bem que muitos deles poderiam ser tratados como o sr. Cão, opa! Kahn.
Outra coisa, já que estou aqui vou dizer.
Existem muitas pessoas que são doentes mentais, na maioria das vezes os doentes mentais têm a sexualidade exacerbada, eles veem tudo em demasia. Isso é o caso de muitos profissionais do sexo, que entram nessa por que acham que curtir sexo exageradamente é sinal de "saúde sexual". ao contrário; é distúrbio mental na maioria das vezes. A psiquiatria explica tudo isso, mas infelizmente os meios de comunicação exploram de maneira indevida. Ora, tudo que dá lucro precisa ser explorado,- para que melhorar o nível de vida das pessoas!!
Só para dar um exemplo. Aquela moça que escreveu um livro que virou filme, é a B. S. que se diz ex-garota de programa; é uma pessoa que só de olhar para ela podemos notar sua doença mental. Infelizmente essas pessoas são exploradas até o osso. Tomara que ela tenha encontrado saída para seus problemas.
No Brasil falta vergonha na cara para muitos assuntos. Ainda acham que psiquiatra só cuida de loucos. Ainda existe muita resistência por parte da populaçao em procurar um psiquiatra, assim vai se formando um povo cada vez mais doente.
Sexo é bom quando usado como fonte de prazer e saúde, sem absurdos ou abusos que só causam mal, em primeiro lugar para aqueles que não sabem que em tudo existe um lado obscuro, o problema é quando o lado obscuro é aquele que domina.
Não tenha receio de procurar um psiquiatra. Seja saudável, fuja de toda doença, pois tudo aquilo que te oprime: só pode te fazer mal.
Ana Luíza Prado
O mundo anda cheio deles, quero dizer: eles passeiam ou passeavam livremente por aí.
Esses tipos não têm cura, são abomináveis homens das trevas. São Sociopatas. O que eles querem é: poder, dinheiro e prazer.
Aqui no Brasil, bem que muitos deles poderiam ser tratados como o sr. Cão, opa! Kahn.
Outra coisa, já que estou aqui vou dizer.
Existem muitas pessoas que são doentes mentais, na maioria das vezes os doentes mentais têm a sexualidade exacerbada, eles veem tudo em demasia. Isso é o caso de muitos profissionais do sexo, que entram nessa por que acham que curtir sexo exageradamente é sinal de "saúde sexual". ao contrário; é distúrbio mental na maioria das vezes. A psiquiatria explica tudo isso, mas infelizmente os meios de comunicação exploram de maneira indevida. Ora, tudo que dá lucro precisa ser explorado,- para que melhorar o nível de vida das pessoas!!
Só para dar um exemplo. Aquela moça que escreveu um livro que virou filme, é a B. S. que se diz ex-garota de programa; é uma pessoa que só de olhar para ela podemos notar sua doença mental. Infelizmente essas pessoas são exploradas até o osso. Tomara que ela tenha encontrado saída para seus problemas.
No Brasil falta vergonha na cara para muitos assuntos. Ainda acham que psiquiatra só cuida de loucos. Ainda existe muita resistência por parte da populaçao em procurar um psiquiatra, assim vai se formando um povo cada vez mais doente.
Sexo é bom quando usado como fonte de prazer e saúde, sem absurdos ou abusos que só causam mal, em primeiro lugar para aqueles que não sabem que em tudo existe um lado obscuro, o problema é quando o lado obscuro é aquele que domina.
Não tenha receio de procurar um psiquiatra. Seja saudável, fuja de toda doença, pois tudo aquilo que te oprime: só pode te fazer mal.
Ana Luíza Prado
Obrigado por tão esclarecedor texto.
ResponderExcluirQuantos absurdos são cometidos p/ não sabemos identificar o que é doença ou não.
Anselmo de Lucca
Pois não tenho problema em procurar um, melhor, uma psiquiatra do sexo. rsrsrs.
ResponderExcluirE sou saudável, utilizo sempre o preservativo (camisinha), rsss, rsss, rsss.
Deixo uma possível explicação para esta história muito mal contada:
Dominique Strauss Kahn foi vítima de uma conspiração construída ao mais alto nível por se ter tornado uma ameaça crescente aos grandes grupos financeiros mundiais. As suas recentes declarações como a necessidade de regular os mercados e as taxas de transacções financeiras, assim como uma distribuição mais equitativa da riqueza, assustaram os que manipulam, especulam e mandam na economia mundial.
Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado, os media já o lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é difícil acreditar nesta história.
O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena de Strauss Kahn?
Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão do FMI, foi eleito pelo o grupo do clube Bilderberg, do qual faz parte. Na altura, ele não representava qualquer "perigo" para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais partilhava as mesmas ideias.
Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e à ao papel permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida pelos seus antecessores e do domínio que os Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.
(tive que cortar isto ao meio. Não foi aceite todo o comentário). Aqui vai a continuação:
ResponderExcluirAinda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a responsável pela proliferação da crise "made in America".
O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais "suave" de "ajuda" financeira aos países que dela necessitavam, permitia um desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons olhos esta mudança, achavam que esta tudo bem como sempre tinha estado, a saber: que a política seguida até então pelo FMI tinha tido os resultados esperados, isto é os lucros dos grandes grupos financeiros estavam garantidos.
Esta reviravolta era bem-vinda para economistas progressistas como Joseph Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo: "Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa".
Era impensável o poder financeiro mundial aceitarum tal discurso, o FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.
Recentemente tinha declarado: "Ainda só fizemos metade do caminho. temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado".
A semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington University, foi mais longe nas suas declarações: "A mundialização conseguiu muitos resultados...mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a "mão invisível" dos mercados se torne num "punho invisível"".
Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a alinha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.
Um resto de boa semana.
Volte sempre, Xistosa.
ResponderExcluirAbraços.